Olha o passo do elefantinho...
A feijoada do Filial é muito boa. A caipiroska de frutas vermelhas de lá é algo inenarrável. O brownie com sorvete, então...
***
Missão para segunda-feira: duas horas na ergométrica.
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uma doida aí
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21h35
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Botinha Adidas Originals
Fixação por botas
Não sei se é o frio, mas ando meio obcecada por botas. Cada dia encontro uma. E minha lista de desejos vai crescendo, crescendo... atualmente, tô paxonada por três:

1. Botinha Adidas Originals
É rosa! É chamativa! É carésima! É a minha cara!

2. Bota "do surf"
Igualmente cara, igualmente linda. Mas essa eu tenho mais chances de conquistar: minha irmã propôs uma sociedade.

3. Scarfun Boots by Herchcovitch
Lembra do bônus que eu ganhei no site da Melissa? Pois é, é aí que eu estou pensando em gastá-lo. E olha que eu já tenho duas dessas: a preta eu comprei porque tava sem botinha pra "bater" no dia-a-dia. A cru foi porque eu não tinha bota clarinha. Mas a minha preferida foi sempre a marrom!!!
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uma doida aí
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18h17
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By Noinha
Começou com uma brincadeirinha por e-mail. Deu nisso:

Deu pra entender porque a Rachs nasceu justamente no dia da amizade?
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uma doida aí
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20h40
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Porque eu amo Friends
Porque eu amo Friends
"Ross: Hey, you guys! Guess what?
Rachel: Got a job on a river boat?
Ross: Y'know what I didn't wear this suit for a year because you hated it. Well, guess what? You're not my girlfriend anymore so...
Rachel: Oh I see, so this suit is making a point.
Ross: Right.
Rachel: Now that you're on you're own, you're free to look as stupid as you like."
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uma doida aí
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20h25
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Nota da redação
Geraldo Picolé Alckmin acabou de visitar a redação. Eu tava fazendo uma entrevista por telefone e só o vi passar no corredor, mas notei que houve algum tipo de brincadeira e que ele ficou envergonhado. Já viram chuchu vermelho? Eu vi.
Com ele, são três os políticos que vi passar por aqui em menos de um ano. A Marta Supla foi a primeira: apesar de eu odiar tailleurs, amei o que ela estava usando (com estampa xadrezinha em tons pastéis). Depois, foi o Maluf. Ele passou pela minha bancada e eu ouvi alguém comentar: "esconde a bolsa!".
É. Nóis é pobre, mas si diverte.
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uma doida aí
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16h56
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Nóis vamo invadí a sua praia
Ao contrário da maioria dos colegas de classe, não entrei na faculdade sonhando ser correspondente da Folha em Brasília. Nunca pensei no jornalismo como um instrumento de poder, influência ou prestígio. Sempre me identifiquei mais com o papel dos jornais populares: trazer informação útil para quem precisa. Serviço. É por isso que batalhei tanto para trabalhar num jornal popular. E, por enquanto, não tenho a menor ambição de cruzar o corredor rumo à redação azul.
Depois de pouco mais de um ano aqui, cheguei à conclusão de que sabia muito pouco de jornalismo popular. Ainda não me decepcionei, mas fiquei um pouco mais crítica. Se eu tivesse lido essa matéria em 2003, provavelmente teria achado uma puta sacada. Aparentemente, é tudo o que se espera de um jornal popular: levar ao "povão" coisas que, teoricamente, estão longe de seu alcance.
Mas eu li essa matéria hoje, e não achei nenhuma graça. Deram 100 reais pra Marisete Maria Santos gastar na Daslu. Apesar dela ter ficado feliz da vida em ganhar duas camisetas de grife, tenho certeza de que teria coisas muito mais importantes para fazer com essa grana. Por que expor uma pessoa humilde a esse ridículo? Seria igualmente eficaz mandar o repórter passear por ali e descrever suas próprias impressões - elas certamente não seriam muito diferentes das de Marisete (até a chiquérrima Danuza Leão comprova isso). Mas é claro que o fator pitoresco de mandar uma favelada visitar o templo do luxo, no melhor estilo "nóis vamo invadí a sua praia", vende muito mais jornal.
Uma das coisas que aprendi nesse último ano foi que a maior armadilha para quem trabalha em jornal popular é cair no caricato. E essa matéria é uma caricatura do princípio ao fim. Uma versão às avessas daquele quadro do Pânico em que socialites são jogadas no centrão de SP para comprar produtos de camelô e provar churrasquinho de gato. E eu ainda posso entender muito pouco de jornalismo, mas de uma coisa eu sei: jornal não é programa humorístico.
Aqui onde eu trabalho também rola muito disso. E é claro que quem costuma botar o nome numa matéria "de efeito", como essa, fica mais em evidência. Mas eu, sinceramente, me sinto muito mais realizada em mostrar ao leitor que ele pode reclamar contra os juros abusivos que o banco está cobrando dele. Mesmo que isso não renda nem chamadinha no pé da capa.
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20h30
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Judeuzinha influente
Merchan for free
Pow, virei o maior orgulho do meu pai: a filha dele é amiga de um colunista do Lance! Estou falando do Dani, que escreve sobre tênis todas as segundas-feiras. A coluna desta semana tem as participações especialíssimas dos meus amigos Musoh (no texto, com "Z") e Fabi (a esposa revoltada). Dá licença, que eu sou influente!
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18h38
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Sex and the City Quotes
Sex and the City Quotes
http://www.sexandthecityquotes.com/
"I love this car! It goes with my outfit." Carrie Bradshaw, minha musa inspiradora
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18h51
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Amigos e suas lições
Este pedaço de e-mail que transcrevo abaixo foi escrito pela Bia, a capricorniana das capricornianas, a amiga de infância e, quem sabe, de outras vidas. Escolhemos o jornalismo juntas, aos 12 anos, no mesmo dia, na mesma hora. Ela tomou uma decisão muito importante há poucos dias. Depois de ler este e-mail, senti que, depois das milhares de adversidades que a mantiveram presa numa espécie de velhice forçada, aquela menina sonhadora e cheia de planos que eu conhecia despertou. Bem-vinda de volta, amiga.
"Na espiral da vida (adoro este símbolo!), chega uma hora em que a idéia de ganhar um salário considerável, com uma certa segurança e todo o comodismo do mundo perde a cor, porque a gente descobre que quer ser feliz. Semana passada, quando abri a janela do quarto e me deparei com a infinidade de tons de verde espalhados pelas árvores, percebi também a infinidade de possibilidades que nascem e morrem aos meus pés, todos os dias, sem que a vista cansada sequer possa notar. E 25 anos é cedo demais para esse tipo de comportamento, não é mesmo?!
O que se seguiu, então, foi um verdadeiro caldeirão de reflexões e emoções. Se não ousar e experimentar agora, será que farei com 50 anos?! Ou deixarei a velha de 80, que dominou minhas escolhas desde pequena, enxergar o passado com olhos marejados, culminando num suspiro de pesar?! Sim... não... meeeeedo... crença em "algo maior"... molecagem... certo... errado... momento ideal... fuga... fase nova... Isso. Fase nova."
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uma doida aí
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16h25
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Relatório do final de semana
- 2 dias em Campos do Jordão
- 10 graus de temperatura média
- 4 garrafas de vinho (divididas entre 3 mulheres)
- 180 bicadas na cerveja do Fá
- 3 pacotinhos de fondue de queijo light (aaaahhhh, bom)
- 20 garfadas no fundue de chocolate branco (nada light)
- 2 churrascos tarde adentro
- 5 partidas de truco
- 2 partidas vitoriosas
- 7 amigos divertidíssimos
- 1.890.486 gargalhadas
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uma doida aí
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14h42
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